OS PODERES ESTÃO DERRETENDO
Além do aquecimento solar que está derretendo a calota polar, no Brasil ao meu entender, a confiança da população nos Poderes constituídos da República também está em processo de derretimento. Quer dizer, dois já derreteram, que são o Legislativo e o Executivo. Com relação ao terceiro, está caminhando celeremente nesta direção. O Poder Judiciário que há anos atrás era o porto seguro do cidadão, hoje deixa muito a desejar. Em tempos passados, quando os juizes eram em menor número, trabalhavam praticamente sozinhos, tinham uma remuneração bem aquém da atual, não aconteciam tantos deslizes de conduta, como venda de sentença(lato sensu-acórdão também), concessão de hábeas corpus com base em vultosos pagamentos, liminares a rodo e prisão de magistrados(de mentirinha)(de quase todos os níveis por enquanto) como acontece atualmente.
Aparentemente é um contágio dos outros dois poderes que corrompem e são corrompidos, utilizam os cofres públicos como seus e nada ou quase nada acontece.
O Poder Judiciário, era em certa medida a última esperança de grande parte da população no qual ela confiava quase cegamente, o que hoje não acontece mais, pelo contrário; com a morosidade excessiva no andamento dos processos, decisões as mais estapafúrdias, aparente proteção a banqueiros, empresários e políticos de alto coturno.
O “zé pequeno” ao qual me incluo, deixa de recorrer em busca do que pensa ser o seu direito, ou quando recorre, arquiva o pensamento de quando terá uma decisão final justa, ficando isso para as calendas.
A coisa está tomando o caminho do ridículo e da desfaçates e aparentemente perdemos a vontade de nos indignarmos, ou nuca tivemos tal, sei lá.
Um exemplo de total desprezo pela opinião pública foi o requerimento do Ministro do STJ, afastado e depois aposentado, Paulo Medina, sem Exa., pois já não a merece, pego com a boca na botija em operação da Polícia Federal onde foram presos três desembargadores do Rio de Janeiro e juizes, confidenciando ele a seu irmão e advogado de bicheiro, que também foi preso, sobre uma conta bancária onde havia um deposito de valor razoável, mas nada que enriquecesse.
Desde quando afastado em 2008, vinha recebendo sua remuneração, tendo carro com motorista, funcionários públicos à disposição, passagens aéreas e sei mais o que de mordomia; a única coisa que não podia fazer era judicar, e nem deveria.
Acontece que, antes de ser aposentado a bem do serviço público, o STJ cortou estas sinecuras, ficando ele somente(somente?) com a sua bela remuneração. Vocês acreditam que este camarada recorreu ao STF reivindicando todas as benesses que lhe foram retiradas? Faça-me o favor!!!!
Hoje aposentado pelo STJ, não sei se está sendo processado por corrupção, com um irmão que foi preso ao ser gravada conversa onde combinavam a remessa de quantias para sua conta corrente, não tem o mínimo pudor em querer de volta as mordomias do poder.
Se fosse em um País um pouco mais sério( Inglaterra, por exemplo, se afastaria, não esperaria ser afastado ou renunciaria ao cargo. Se fosse no Japão, cometeria harakiri, mesmo que absolvido. Aqui, quem sabe, devolverão o que reivindica, com juros e correção e pedirão desculpas?
Além do aquecimento solar que está derretendo a calota polar, no Brasil ao meu entender, a confiança da população nos Poderes constituídos da República também está em processo de derretimento. Quer dizer, dois já derreteram, que são o Legislativo e o Executivo. Com relação ao terceiro, está caminhando celeremente nesta direção. O Poder Judiciário que há anos atrás era o porto seguro do cidadão, hoje deixa muito a desejar. Em tempos passados, quando os juizes eram em menor número, trabalhavam praticamente sozinhos, tinham uma remuneração bem aquém da atual, não aconteciam tantos deslizes de conduta, como venda de sentença(lato sensu-acórdão também), concessão de hábeas corpus com base em vultosos pagamentos, liminares a rodo e prisão de magistrados(de mentirinha)(de quase todos os níveis por enquanto) como acontece atualmente.
Aparentemente é um contágio dos outros dois poderes que corrompem e são corrompidos, utilizam os cofres públicos como seus e nada ou quase nada acontece.
O Poder Judiciário, era em certa medida a última esperança de grande parte da população no qual ela confiava quase cegamente, o que hoje não acontece mais, pelo contrário; com a morosidade excessiva no andamento dos processos, decisões as mais estapafúrdias, aparente proteção a banqueiros, empresários e políticos de alto coturno.
O “zé pequeno” ao qual me incluo, deixa de recorrer em busca do que pensa ser o seu direito, ou quando recorre, arquiva o pensamento de quando terá uma decisão final justa, ficando isso para as calendas.
A coisa está tomando o caminho do ridículo e da desfaçates e aparentemente perdemos a vontade de nos indignarmos, ou nuca tivemos tal, sei lá.
Um exemplo de total desprezo pela opinião pública foi o requerimento do Ministro do STJ, afastado e depois aposentado, Paulo Medina, sem Exa., pois já não a merece, pego com a boca na botija em operação da Polícia Federal onde foram presos três desembargadores do Rio de Janeiro e juizes, confidenciando ele a seu irmão e advogado de bicheiro, que também foi preso, sobre uma conta bancária onde havia um deposito de valor razoável, mas nada que enriquecesse.
Desde quando afastado em 2008, vinha recebendo sua remuneração, tendo carro com motorista, funcionários públicos à disposição, passagens aéreas e sei mais o que de mordomia; a única coisa que não podia fazer era judicar, e nem deveria.
Acontece que, antes de ser aposentado a bem do serviço público, o STJ cortou estas sinecuras, ficando ele somente(somente?) com a sua bela remuneração. Vocês acreditam que este camarada recorreu ao STF reivindicando todas as benesses que lhe foram retiradas? Faça-me o favor!!!!
Hoje aposentado pelo STJ, não sei se está sendo processado por corrupção, com um irmão que foi preso ao ser gravada conversa onde combinavam a remessa de quantias para sua conta corrente, não tem o mínimo pudor em querer de volta as mordomias do poder.
Se fosse em um País um pouco mais sério( Inglaterra, por exemplo, se afastaria, não esperaria ser afastado ou renunciaria ao cargo. Se fosse no Japão, cometeria harakiri, mesmo que absolvido. Aqui, quem sabe, devolverão o que reivindica, com juros e correção e pedirão desculpas?
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